Seguindo a proposta de EJA, para visitarmos uma turma de jovens e adultos, descobrimos que uma comunidade vizinha, São Braz, desenvolvia esse tipo de prática, muito pouco divulgada.
Assim, ao realizarmos a visita vimos que existiam 70 alunos matriculados, mas apenas 35 freqüentavam as aulas, porém no dia que realizamos a visita havia apenas oito alunos presentes.
Dessa forma, resolvemos entregarmos o questionário para os oito alunos e para o professor de educação física que estava dando aula.
Ao responder o questionário surgiram muitas dúvidas quanto à escrita ortográfica de algumas palavras, como PRECISO. O professor chamou o aluno de burro, e tirando sarro responde-lhe que era com dois “S” e depois “Z”.
Ainda durante toda entrevista humilhava os alunos, contava causos, ficava perturbando-os, e ainda dizia para nós para desistir de ser professor, que não valia à pena, era tempo perdido.
Tudo que vi me deixou completamente frustrada por ver o tipo de educação que eles estavam dando aos alunos, mas, entretanto comprovei de fato o que aprendemos nos estudos desenvolvidos em EJA, como a falta de respeito e de valorização das experiências dos alunos, bem como a falta de especialização dos professores, pois o professor de educação física disse que nenhum docente havia esse preparo.
Ainda ficou nítido perceber que o professor se achava o detentor do saber, pois humilhava os alunos quanto da construção da escrita correta.
Nesse sentido, é totalmente triste saber que ainda existe esse tipo de educação, a onde o professor está em uma sala de aula apenas pelo salário e infelizmente acaba frustrando os sonhos dos alunos que realmente querem construir um conhecimento.
Assim, ao realizarmos a visita vimos que existiam 70 alunos matriculados, mas apenas 35 freqüentavam as aulas, porém no dia que realizamos a visita havia apenas oito alunos presentes.
Dessa forma, resolvemos entregarmos o questionário para os oito alunos e para o professor de educação física que estava dando aula.
Ao responder o questionário surgiram muitas dúvidas quanto à escrita ortográfica de algumas palavras, como PRECISO. O professor chamou o aluno de burro, e tirando sarro responde-lhe que era com dois “S” e depois “Z”.
Ainda durante toda entrevista humilhava os alunos, contava causos, ficava perturbando-os, e ainda dizia para nós para desistir de ser professor, que não valia à pena, era tempo perdido.
Tudo que vi me deixou completamente frustrada por ver o tipo de educação que eles estavam dando aos alunos, mas, entretanto comprovei de fato o que aprendemos nos estudos desenvolvidos em EJA, como a falta de respeito e de valorização das experiências dos alunos, bem como a falta de especialização dos professores, pois o professor de educação física disse que nenhum docente havia esse preparo.
Ainda ficou nítido perceber que o professor se achava o detentor do saber, pois humilhava os alunos quanto da construção da escrita correta.
Nesse sentido, é totalmente triste saber que ainda existe esse tipo de educação, a onde o professor está em uma sala de aula apenas pelo salário e infelizmente acaba frustrando os sonhos dos alunos que realmente querem construir um conhecimento.
Um comentário:
Oi Deise,
Fiquei chocada com o teu relato!
Infelizmente, vocês tiveram um experiência bastante negativa e isso frustra mesmo. Eu mesma fiquei surpresa, a atitude do professor expressa ironia, deboche, ridiculariza os alunos, não demonstra o mínimo de ética e profissionalismo. Deve ser por isso que a evasão é tão grande!
Embora a legislação tenha avançado bastante no sentido de atender aos interesses desses alunos, na prática ainda vemos experiências que estão longe do ideal.
Beijos, Rô Leffa
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