A partir da interação entre os colegas e tutores no fórum da interdisciplina Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais, pude reforçar a idéia de que a escola especial não substitui a escola comum, apenas da um atendimento especializado, como consta no texto Atendimento Educacional Especializado – concepção, princípios e aspectos organizacionais: “... definindo por uma proposta pedagógica que assegura recursos e serviços especiais, orientando e colaborando com a educação regular comum, em benefício de todos os alunos”.
Dessa forma, a escola especial trabalha no objetivo de atender as maiores necessidades das pessoas que apresentam alguma deficiência, trabalhando em cima das limitações para possibilitar aos deficientes condições de trabalhar em uma sala de aula comum.
Assim acredito que quando estamos falando em igualdade e inclusão, estamos falando numa escola de ensino comum que não exclua ninguém, que trabalhe com todos os tipos de pessoas, “normais” e deficientes, oferecendo os mesmos direitos e deveres, que deverão variar de acordo com o desenvolvimento cognitivo e as individualidades de cada aluno.
Assim, penso que a inclusão escolar depende acima de tudo de um reconhecimento por parte da escola e da sociedade, educando a si próprias para lidar e aceitar com as diferenças, antes de criarem técnicas, táticas ou métodos.
Acredito que esse processo se começa quando todos envolvidos da escola, desde a equipe diretiva até a merendeira, mudarem sua atitude em relação ao lidar com a diferença, aceitando-a, estabelecendo novas formas de relação, de afetividade, de escuta e de compreensão, acabando com o olhar de pena, de coitadinho, fazendo parte de um conviver que respeite as diferenças e não tente anulá-las.
Ainda, penso que o conhecimento e a preparação que os profissionais das escolas especiais possuem, poderia servir de primeiro apoio as escolas regulares, ambas trabalhando paralelamente a fim de que a inclusão aconteça da melhor forma possível. Se houver este intercâmbio teremos maior possibilidade garantir uma educação de qualidade a todos.
Creio que essa interação tanto entre profissionais de escolas especiais com profissionais do ensino regular possibilitaram o diálogo e a troca de experiência que nos enriquecem, ampliam as possibilidades e o nosso senso crítico, fazendo muitas vezes enxergar das coisas de um modo diferente.
Também penso que é uma ótima sugestão possibilitar a interação entre a escola regular e a instituição especial, porém penso que é um desafio muito grande, que primeiro temos que preparar nos alunos, “livrando-os” do preconceito, para depois darmos um passo à diante.
Dessa forma, a escola especial trabalha no objetivo de atender as maiores necessidades das pessoas que apresentam alguma deficiência, trabalhando em cima das limitações para possibilitar aos deficientes condições de trabalhar em uma sala de aula comum.
Assim acredito que quando estamos falando em igualdade e inclusão, estamos falando numa escola de ensino comum que não exclua ninguém, que trabalhe com todos os tipos de pessoas, “normais” e deficientes, oferecendo os mesmos direitos e deveres, que deverão variar de acordo com o desenvolvimento cognitivo e as individualidades de cada aluno.
Assim, penso que a inclusão escolar depende acima de tudo de um reconhecimento por parte da escola e da sociedade, educando a si próprias para lidar e aceitar com as diferenças, antes de criarem técnicas, táticas ou métodos.
Acredito que esse processo se começa quando todos envolvidos da escola, desde a equipe diretiva até a merendeira, mudarem sua atitude em relação ao lidar com a diferença, aceitando-a, estabelecendo novas formas de relação, de afetividade, de escuta e de compreensão, acabando com o olhar de pena, de coitadinho, fazendo parte de um conviver que respeite as diferenças e não tente anulá-las.
Ainda, penso que o conhecimento e a preparação que os profissionais das escolas especiais possuem, poderia servir de primeiro apoio as escolas regulares, ambas trabalhando paralelamente a fim de que a inclusão aconteça da melhor forma possível. Se houver este intercâmbio teremos maior possibilidade garantir uma educação de qualidade a todos.
Creio que essa interação tanto entre profissionais de escolas especiais com profissionais do ensino regular possibilitaram o diálogo e a troca de experiência que nos enriquecem, ampliam as possibilidades e o nosso senso crítico, fazendo muitas vezes enxergar das coisas de um modo diferente.
Também penso que é uma ótima sugestão possibilitar a interação entre a escola regular e a instituição especial, porém penso que é um desafio muito grande, que primeiro temos que preparar nos alunos, “livrando-os” do preconceito, para depois darmos um passo à diante.
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