Durante a execussão da atividade sobre Vídeo e Educação da interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação, pude novamente repensar sobre a importância de analisarmos o por que de trazermos um vídeo para sala de aula. Precisamos em primeiro âmbito traçarmos os objetivos que queremos com ele, ou pensar se estamos apenas utilizando-o para preencher um tempo que sobrou da nossa aula, ou se queremos introduzir algum conteúdo de uma forma rica e prazerosa a nossos alunos.
Penso que temos que conhecê-lo primeiramente para ver se este está livre de algum preconceito ou se mesmo ele de repente aborda alguma questão que não queríamos no momento trabalharmos em nossa prática.
Neste sentido, acredito que nós educadores devemos escolhê-los com um olhar bem crítico, pensando se ele realmente vai nos auxiliar na concretização de nossos objetivos pedagógicos. Creio que esta ferramenta é uma ótima sugestão para proporcionarmos aprendizagens, pois o vídeo mexe com nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar), nos proporcionando a sensação de que se estivessemos participando realmente daquela sena, pois como diz José Manuel Moran, na sua obra O Vídeo na Sala de Aula: “A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica.”
Agora lanço o meu desafio: que tal nós educadores trazermos o vídeo para a sala de aula para proporcinarmos conhecimentos de uma forma prazerosa? Que tal esquecermos o vídeo como um recurso para apenas preencher o tempo de nossa aula?
Eu penso assim. E você?
Penso que temos que conhecê-lo primeiramente para ver se este está livre de algum preconceito ou se mesmo ele de repente aborda alguma questão que não queríamos no momento trabalharmos em nossa prática.
Neste sentido, acredito que nós educadores devemos escolhê-los com um olhar bem crítico, pensando se ele realmente vai nos auxiliar na concretização de nossos objetivos pedagógicos. Creio que esta ferramenta é uma ótima sugestão para proporcionarmos aprendizagens, pois o vídeo mexe com nossos sentidos (visão, audição, tato, olfato e paladar), nos proporcionando a sensação de que se estivessemos participando realmente daquela sena, pois como diz José Manuel Moran, na sua obra O Vídeo na Sala de Aula: “A linguagem audiovisual desenvolve múltiplas atitudes perceptivas: solicita constantemente a imaginação e reinveste a afetividade com um papel de mediação primordial no mundo, enquanto que a linguagem escrita desenvolve mais o rigor, a organização, a abstração e a análise lógica.”
Agora lanço o meu desafio: que tal nós educadores trazermos o vídeo para a sala de aula para proporcinarmos conhecimentos de uma forma prazerosa? Que tal esquecermos o vídeo como um recurso para apenas preencher o tempo de nossa aula?
Eu penso assim. E você?
Um comentário:
Oi Deise,
Eu concordo contigo. Mas, adoraria saber o que os colegas estão pensando sobre este assunto. Espero que visitem o teu blog também...
Um carinhoso abraço,
Profa. Nádie
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