Com base nos estudos desenvolvidos na interdisciplina Educação de Jovens e Adultos, especialmente em um debate realizado no fórum sobre educação de EJA, pude confirmar novamente que para esse tipo de prática pedagógica ser significativa é necessário que os educadores levem em conta as diferentes práticas letradas, as diferentes experiências dos alunos que pertencem às distintas comunidades, pois embora muitos adolescentes e adultos não sejam alfabetizados já sabem fazer uso da leitura e da escrita, aprendidos em diversas situações complexas da vida, como transações de dinheiro, práticas esportivas, etc.
Observei o quanto precisamos desenvolver uma pedagogia que parta de práticas sociais que os alunos carregam consigo para construir novos conhecimentos sobre o mundo da leitura e da escrita, aproximando no campo da educação a teoria da prática, pois de nada adianta aprender conhecimentos que não contribuirão para a vida desses alunos, esse é o principal ponto que os educadores de EJA devem se preocupar durante o desenvolvimento de sua prática pedagógica.
Nesse sentido, para que possamos criar condições para que o aluno aprenda é necessário que não sejamos “... professores "bravos e sem paciência" que recorriam a castigos físicos e humilhações. (Regina Hara, p. 10),
Devemos levar em conta que um aluno é diferente do outro, que cada um possui um tempo diferente para aprender, e isso requer paciência, mediação e muito diálogo por parte do docente, pois caso contrário os alunos acham que não dão para o estudo e acontece a evasão e/ou o fracasso escolar.
Esses estudos estão me fazendo ver que a função da EJA é proporcionar conhecimentos que vão ao encontro com suas experiências e com seu mundo do trabalho para isso é necessário partir desses conhecimentos para posteriormente ir acrescentando novas informações conectando-as a sua realidade. Esse é um dos caminhos para se construir uma aprendizagem significativa, especialmente quando falamos de jovens e adultos, contribuindo assim para o desenvolvimento de suas potencialidades, aptidões e habilidades, melhorando a qualidade de vida, preparado-os para os desafios da sociedade.
Observei o quanto precisamos desenvolver uma pedagogia que parta de práticas sociais que os alunos carregam consigo para construir novos conhecimentos sobre o mundo da leitura e da escrita, aproximando no campo da educação a teoria da prática, pois de nada adianta aprender conhecimentos que não contribuirão para a vida desses alunos, esse é o principal ponto que os educadores de EJA devem se preocupar durante o desenvolvimento de sua prática pedagógica.
Nesse sentido, para que possamos criar condições para que o aluno aprenda é necessário que não sejamos “... professores "bravos e sem paciência" que recorriam a castigos físicos e humilhações. (Regina Hara, p. 10),
Devemos levar em conta que um aluno é diferente do outro, que cada um possui um tempo diferente para aprender, e isso requer paciência, mediação e muito diálogo por parte do docente, pois caso contrário os alunos acham que não dão para o estudo e acontece a evasão e/ou o fracasso escolar.
Esses estudos estão me fazendo ver que a função da EJA é proporcionar conhecimentos que vão ao encontro com suas experiências e com seu mundo do trabalho para isso é necessário partir desses conhecimentos para posteriormente ir acrescentando novas informações conectando-as a sua realidade. Esse é um dos caminhos para se construir uma aprendizagem significativa, especialmente quando falamos de jovens e adultos, contribuindo assim para o desenvolvimento de suas potencialidades, aptidões e habilidades, melhorando a qualidade de vida, preparado-os para os desafios da sociedade.
Um comentário:
Oi Deise,
Tua postagem expõe com muita propriedade os princípios que norteiam a prática pedagógica na EJA: a valorização das experiências e conhecimentos dos alunos, o trabalho com práticas sociais de leitura e escrita, a paciência, o diálogo, a relação entre educação e trabalho.
A EJA, baseada nesses princípios, está, sem dúvida, comprometida com uma educação transformadora, ou seja, que proporcione aos seus alunos o desenvolvimento do senso crítico para compreender a realidade em que vivem a fim de que possam intervir nela, buscando alcançar uma vida melhor na coletividade.
Beijos, Rô Leffa
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