A partir dos estudos realizados na interdisciplina Didática, Planejamento e Avaliação, pude repensar sobre o planejamento em nossa prática pedagógica.
Nesse processo, constatei que costumava durante a elaboração de meu plano atender as regras estabelecidas, como, escolher verbos mais apropriados para os objetivos gerais e específicos, utilizando da seguinte frase: “o aluno deverá ser capaz de...”, e para finalizar meu plano costumava expor a avaliação do aluno. Deste modo, no meu diário de classe, expunha apenas à temática, os objetivos, os conteúdos e a avaliação, os quais priorizava.
No entanto, acredito que deveria acrescentar os demais itens, como, por exemplo, os recursos, as estratégias, a justificativa, o eixo integrador e a contextualização, pois a integração destes é necessária para nos indicar as direções e orientar a busca de novos caminhos que devemos seguir, facilitando assim o acompanhamento, a interdisciplinaridade no planejamento pedagógico e a vida do professor, no sentido de que esse planejamento pode ser reutilizado, basta apenas atualizar e aprimorarmos as propostas já utilizadas.
Porém, cabe destacar que com o tempo abandonei os planos ao longo de meu trabalho, optando apenas pela descrição resumida da atividade proposta e encarando o planejamento como algo mecânico e chato, sem fundamental importância.
Mas, esses estudos me fizeram compreender bem o sentido do planejamento, assim como todos os seus elementos, observando que nossa prática não deve ser totalmente improvisada, pois deve ter objetivos a alcançar, usando estratégias, avaliações de resultados, etc. Nesse sentido, temos que planejar. Mas, ao mesmo tempo, precisamos fazer uma auto-avaliação e aprimorar nossa prática a cada nova turma, novo aluno, nova escola... Assim, o planejamento será algo muito dinâmico e sempre em aprimoramento, mesmo se baseando em elementos pré-definidos e criteriosos. Esse é o sentido real do planejar.
Nesse processo, constatei que costumava durante a elaboração de meu plano atender as regras estabelecidas, como, escolher verbos mais apropriados para os objetivos gerais e específicos, utilizando da seguinte frase: “o aluno deverá ser capaz de...”, e para finalizar meu plano costumava expor a avaliação do aluno. Deste modo, no meu diário de classe, expunha apenas à temática, os objetivos, os conteúdos e a avaliação, os quais priorizava.
No entanto, acredito que deveria acrescentar os demais itens, como, por exemplo, os recursos, as estratégias, a justificativa, o eixo integrador e a contextualização, pois a integração destes é necessária para nos indicar as direções e orientar a busca de novos caminhos que devemos seguir, facilitando assim o acompanhamento, a interdisciplinaridade no planejamento pedagógico e a vida do professor, no sentido de que esse planejamento pode ser reutilizado, basta apenas atualizar e aprimorarmos as propostas já utilizadas.
Porém, cabe destacar que com o tempo abandonei os planos ao longo de meu trabalho, optando apenas pela descrição resumida da atividade proposta e encarando o planejamento como algo mecânico e chato, sem fundamental importância.
Mas, esses estudos me fizeram compreender bem o sentido do planejamento, assim como todos os seus elementos, observando que nossa prática não deve ser totalmente improvisada, pois deve ter objetivos a alcançar, usando estratégias, avaliações de resultados, etc. Nesse sentido, temos que planejar. Mas, ao mesmo tempo, precisamos fazer uma auto-avaliação e aprimorar nossa prática a cada nova turma, novo aluno, nova escola... Assim, o planejamento será algo muito dinâmico e sempre em aprimoramento, mesmo se baseando em elementos pré-definidos e criteriosos. Esse é o sentido real do planejar.
Um comentário:
Oi Deise,
Às vezes, com o tempo, acabamos fazendo do planejamento uma ação mecânica e, por isso, deixamos de questionar sua constituição, sua forma de registro, sua aplicabilidade, seus resultados.
É importante ter claro que o planejamento não tem um fim em si mesmo, ele precisa ser flexível o bastante para ser alterado quando necessário, precisa ser revisto/repensado depois de colocado em prática, permitindo ao professor reavaliar suas ações, suas estratégias e redirecionar os próximos passos. Isso evidencia que o planejamento é um 'continumm', de modo que o anterior oferece pistas/indícios acerca da continuidade do trabalho, do próximo planejamento. Assim, registrar os resultados, a reflexão sobre eles é tão importante quanto planejar.
Seguimos dialogando!
Beijos, Rô Leffa
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