Fundamentado nos estudos da interdisciplina Linguagem e Educação, pude observar que a escola preocupa-se apenas em ensinar a escrever e ler, o que é considerado de fundamental importância para que o aluno avance para as séries seguintes.
No entanto, a escola deveria preocupar-se em ensinar como os alunos poderiam resolver as tarefas, ou seja, como utilizar da leitura e da escrita na sua vida, no seu cotidiano, no seu trabalho, etc, práticas essas que ensinam formas de utilizar o conhecimento sobre a escrita.
Mas essa perspectiva só será alcançada à medida que sejam levadas em conta as diferentes práticas letradas, as diferentes experiências dos alunos que pertencem às distintas comunidades, pois embora muitas crianças e adultos não sejam alfabetizados já sabem fazer uso da leitura e da escrita, aprendidos em diversas situações complexas da vida, como transações de dinheiro, práticas esportivas, etc.
Assim devemos em nossa prática pedagógica conceber e valorizar as diferentes formas escrita, os diferentes usos e linguagens, etc., rompendo com a famosa frase utilizada por muitos de nós educadores: “aprenda primeiro para depois ver para que serve”.
Portanto, precisamos desenvolver uma prática que não se restringe apenas ao letramento escolar, mas sim ao letramento social, partindo de práticas sociais que os alunos carregam consigo para construir novos conhecimentos sobre o mundo da leitura e da escrita, aproximando no campo da educação a teoria da prática.
No entanto, a escola deveria preocupar-se em ensinar como os alunos poderiam resolver as tarefas, ou seja, como utilizar da leitura e da escrita na sua vida, no seu cotidiano, no seu trabalho, etc, práticas essas que ensinam formas de utilizar o conhecimento sobre a escrita.
Mas essa perspectiva só será alcançada à medida que sejam levadas em conta as diferentes práticas letradas, as diferentes experiências dos alunos que pertencem às distintas comunidades, pois embora muitas crianças e adultos não sejam alfabetizados já sabem fazer uso da leitura e da escrita, aprendidos em diversas situações complexas da vida, como transações de dinheiro, práticas esportivas, etc.
Assim devemos em nossa prática pedagógica conceber e valorizar as diferentes formas escrita, os diferentes usos e linguagens, etc., rompendo com a famosa frase utilizada por muitos de nós educadores: “aprenda primeiro para depois ver para que serve”.
Portanto, precisamos desenvolver uma prática que não se restringe apenas ao letramento escolar, mas sim ao letramento social, partindo de práticas sociais que os alunos carregam consigo para construir novos conhecimentos sobre o mundo da leitura e da escrita, aproximando no campo da educação a teoria da prática.
Um comentário:
Oi Deise,
A linguagem, muitas vezes, perde um pouco da sua beleza quando tomada no processo de escolarização, porque, em geral, na escola, valorizamos apenas a escrita, esquecendo-nos das diferentes e variadas formas de manifestação da linguagem: palavra, sons, imagens, gestos...
E a escrita ainda fica restritra ao seu uso formal, de modo que as demais variedades linguísticas fiquem esquecidas ou sejam desvalorizadas.
Partindo dessa reflexão, como podemos desenvolver o letramento social? Como valorizar as práticas sociais de leitura/escrita dos alunos ao mesmo tempo em que temos o compromisso de ensinar-lhes a norma culta da língua, às vezes tão estranha para eles?
Aguardo tuas considerações para seguirmos dialogando.
Beijos, Rô Leffa
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