Ao realizar as leituras propostas pela interdisciplina Escola Projeto Pedagógico e Currículo, considerei de muita importância e pude refletir muito, quando um texto salienta a falta de valorização do trabalho crítico e intelectual de nós professores e estudantes pela prioridade de considerações práticas, pois as políticas públicas da Educação estão mais interessadas com a mão-de-obra barata, portanto somente qualificada para o trabalho manual e não para questionarem o modo de ser das coisas. Assim o trabalho intelectual de nós professores não servem objetivamente para a formação técnica dos alunos que utilizarão a automação no seu trabalho, e sim para se tornarem alunos que “serviam” e só têm a “contribuir” e “obedecer” as camadas dominantes.
Alguns fatores que vejo na minha prática pedagógica que contribuem para esta situação de desvalorização começam dentro da própria sala de aula, como por exemplo, a violência, no nosso caso, alunos que agridem professores e colegas, a falta de respeito e limites, alunos que se sentem na autoridade de fazer o que quer nas aulas, além de querem mandar no educador, o baixo salário, a super lotação nas salas de aula. Caso este que preocupa nós professores das redes estaduais, pois o governo do Rio Grande do Sul com o intuito de reduzir gastos pretende unir turmas de diferentes séries/anos para atingir um número “X” de alunos.
Deste modo, aumentariam o índice de desemprego de educadores e será impossível um único professor trabalhar com alunos de dois níveis de ensino, dificultando assim o ensino-aprendizagem e a construção de conhecimento da turma, conseqüentemente diminuindo ainda mais a qualidade de ensino.
Destaquei também importante falar quando um texto mostra a necessidade dos educadores “participarem” na elaboração dos materiais curriculares, adequando aos contextos sociais e culturais em quais ensinam, pois desta forma nós docentes decidiríamos os melhores conteúdos a serem trabalhados a partir da realidade e das experiências de cada aluno, levando em consideração as potencialidades destes, fazendo com que não vejam cada disciplina com uma “gavetinha” sem saberem exatamente quando precisarão abrir para utilizá-la.
Julguei imprescindível destacar aqui quando um texto ressalta o quanto é fundamental o aprender através do fazer, pois a partir do desenvolvimento da atividade prática nós educadores podemos refletir sobre esta, a fim de entender o processo de ensino-aprendizagem na sala de aula, e obter bons resultados, aperfeiçoando nossa prática e encontrando a maneira mais eficaz de proporcionar conhecimentos de forma qualitativa.
Concordo plenamente com um texto lido em que ressalta também o quanto é indispensável à atualização do corpo docente com relação aos saberes a serem trabalhados nas aulas; levando sempre em consideração os conhecimentos prévios trazidos pelos alunos e respeitando suas potencialidades, pois os alunos e mundo estão constantemente sofrendo transformação.
Portanto, essas leituras me fizeram refletir sobre diversos fatores que dificultam o ensino educacional, mas é necessário que nós docentes estejamos sempre preparados e damos o melhor de nós para proporcionarmos o ensino aprendizagem na sala de aula de uma maneira atrativa, seja através da nossa atualização como do aprender através do fazer basta apenas que tenhamos força de vontade e nos unimos para lutar por uma educação melhor, pois nós apenas queremos um ensino de qualidade.
Alguns fatores que vejo na minha prática pedagógica que contribuem para esta situação de desvalorização começam dentro da própria sala de aula, como por exemplo, a violência, no nosso caso, alunos que agridem professores e colegas, a falta de respeito e limites, alunos que se sentem na autoridade de fazer o que quer nas aulas, além de querem mandar no educador, o baixo salário, a super lotação nas salas de aula. Caso este que preocupa nós professores das redes estaduais, pois o governo do Rio Grande do Sul com o intuito de reduzir gastos pretende unir turmas de diferentes séries/anos para atingir um número “X” de alunos.
Deste modo, aumentariam o índice de desemprego de educadores e será impossível um único professor trabalhar com alunos de dois níveis de ensino, dificultando assim o ensino-aprendizagem e a construção de conhecimento da turma, conseqüentemente diminuindo ainda mais a qualidade de ensino.
Destaquei também importante falar quando um texto mostra a necessidade dos educadores “participarem” na elaboração dos materiais curriculares, adequando aos contextos sociais e culturais em quais ensinam, pois desta forma nós docentes decidiríamos os melhores conteúdos a serem trabalhados a partir da realidade e das experiências de cada aluno, levando em consideração as potencialidades destes, fazendo com que não vejam cada disciplina com uma “gavetinha” sem saberem exatamente quando precisarão abrir para utilizá-la.
Julguei imprescindível destacar aqui quando um texto ressalta o quanto é fundamental o aprender através do fazer, pois a partir do desenvolvimento da atividade prática nós educadores podemos refletir sobre esta, a fim de entender o processo de ensino-aprendizagem na sala de aula, e obter bons resultados, aperfeiçoando nossa prática e encontrando a maneira mais eficaz de proporcionar conhecimentos de forma qualitativa.
Concordo plenamente com um texto lido em que ressalta também o quanto é indispensável à atualização do corpo docente com relação aos saberes a serem trabalhados nas aulas; levando sempre em consideração os conhecimentos prévios trazidos pelos alunos e respeitando suas potencialidades, pois os alunos e mundo estão constantemente sofrendo transformação.
Portanto, essas leituras me fizeram refletir sobre diversos fatores que dificultam o ensino educacional, mas é necessário que nós docentes estejamos sempre preparados e damos o melhor de nós para proporcionarmos o ensino aprendizagem na sala de aula de uma maneira atrativa, seja através da nossa atualização como do aprender através do fazer basta apenas que tenhamos força de vontade e nos unimos para lutar por uma educação melhor, pois nós apenas queremos um ensino de qualidade.
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