Ao realizar a primeira atividade proposta da disciplina Ludicidade e Educação, refleti sobre os conceitos e as diferenças entre brincadeira e jogo, coisas estas que antes nunca havia parado para pensar.
Assim sendo, jamais pensei que a concepção de jogo é uma ação envolvendo uma situação sobre alguns materias ou objetos, implicando com algumas regras que podem ser fixas ou criadas pelos próprios participantes. E que brincadeira é uma situação, uma atividade lúdica que a criança desenvolve a partir do objeto, que é o brinquedo.
Assim sendo, jamais pensei que a concepção de jogo é uma ação envolvendo uma situação sobre alguns materias ou objetos, implicando com algumas regras que podem ser fixas ou criadas pelos próprios participantes. E que brincadeira é uma situação, uma atividade lúdica que a criança desenvolve a partir do objeto, que é o brinquedo.
Junto destes conceitos, descobri que quando mandamos as crianças ou até mesmo nossos parentes pequeninos brincarem estamos “tirando” o lúdico destes, pois não será uma situação espontânea em que a criança irá fazer por prazer, e sim algo para obedecer ao que o outro solicitou.
Portanto, realizando esta atividade percebi o quanto é importante deixarmos as crianças brincarem livremente, quando der vontade, sem a pressão de estar mandando, como, por exemplo, minha filha vai brincar de boneca, vai. Situação esta, muito comum no nosso cotidiano, que na verdade faz com que a criança simplesmente obedeça e não desenvolva seu lúdico, seu mundo faz-de-conta, o que realmente é importantíssimo para a fase infantil.
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