segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Cultura surda

A partir da proposta da interdisciplina de Libras, de realizar a pesquisa em sites sobre a cultura e a comunidade surda, pude adquirir maiores conhecimentos sobre estas já que não conheço nenhuma pessoa surda.
Entretanto, gostaria de ressaltar que para mim as pessoas surdas são indivíduos comuns que apresentam uma deficiência, que deve ser levada em consideração, pois ela apresenta certas limitações que variam de acordo com sua necessidade especial, que pode dificultar a realização de determinadas tarefas.
Do mesmo modo, acredito que as pessoas surdas assim como os sujeitos ditos “normais” têm os mesmo direitos e deveres que todos, podendo assumir responsabilidades e tomar decisões como qualquer outro indivíduo.
Porém, necessitamos levar em consideração sua deficiência para nos comunicar/conversar com uma pessoa surda. Assim, para conversar com ela acredito que é necessário o contato visual, a expressão facial e corporal, utilizado das mãos, dos braços, do rosto, dos gestos, de sinais e movimentos do corpo para indicar o que queremos falar.
Dessa forma, para se estabelecer uma comunicação com os surdos necessitamos da comunicação espaço-visual, a qual é uma das características da cultura surda, o que considero imprescindível para se fazer a interação.
Assim, a cultura surda usa da língua de sinais para desenvolver a comunicação, bem como compartilham entre si as crenças e os costumes de pessoas surdas, baseados na forma de agir do sujeito surdo e de sua forma de representar socialmente.
Ainda, considero importante conhecermos a história oficial, os costumes, algumas atividades da comunidade surda, para compreendermos a trajetória e a cultura surda, a qual se dá pela comunicação espaço-visual, cujo é imprescindível para a interação com pessoas surdas, como forma de conhecer o mundo em substituição à audição e à fala.

Um comentário:

Rosângela disse...

Oi Deise,

É interessante que, além da pessoa surda/deficiente auditivo ter de se inserir na sociedade e aí conviver com suas limitações, precisa também sentir-se parte de uma comunidade surda para, a partir desse contato, construir/consolidar sua identidade.

Beijos, Rô Leffa